BTT Challenge Series – II Desafio BTTralhos “A idade da pedra”

Desafio BTTralhos

O primeiro desafio BTTralhos À Conquista de Roma ainda está na memória de todos os que participaram. Em 2010 este grupo de BTT quer repetir a dose e promete um dia ainda mais emocionante. Com distâncias de 110 a 130kms, altimetria de mais de 2000m e uma das mais lindas serras para a prática de BTT pela frente, será que tens coragem?
Links a consultar:
Tópico no FórumBTT, Site Oficial BTTralhos e ainda em remodelação o Site Oficial Challange Series

BTT Challenge Series A fuga dos Soldados – Vouzela

BTT Vouzela Challenge

Se existem noticias que nos fazem dar um pulo na cadeira esta é uma delas, no que a BTT diz respeito. Já se sabe o que a malta do BTT Vouzela não brinca em serviço nos seus passeios ao longo do ano. Imaginem agora a dose em 100kms de BTT. Advinha-se já um dos melhores dias de BTT do ano de 2010, dia 30 de Janeiro de 2010. Mais uma vez, o nome desta aventura assenta na história de Portugal e num dos monumentos daquela região, a torre da Alcofra. Seguir o tópico do BTT Challenge Series A fuga dos Soldados no fórum BTT para todas as informações e reacções. Só espero estar em forma para participar nesta grande aventura, sei que será muito muito exigente fisicamente.

Passeio Clube Mondraker Vagos

Comestíveis?

Comestíveis?

Quase que me esquecia de colocar umas palavritas sobre este passeio de btt quase exclusivo de bicicletas Mondraker. Quase, porque os amigos também entram. No dia 5 deste mês lá me encontrei com o pessoal do norte do clube e mais alguns cá de baixo. O passeio em si não tem nada de especial no que diz respeito a terreno, afinal a zona é plana, mas não deixa de ser bonito! Agora o convívio e risadas é que foram do melhor! Como não choveu e o pessoal parece que gosta é de se molhar a parte final serviu para brincar nas poças de água! À falta de sitio para trocar de roupa a rua serviu, a zona é calma, não há problema em andar nu na rua :P . Os anfitriões também estiveram ao mais alto nível oferecendo até ovos moles para a malta.
No fim almoçou-se num restaurante de Vagos. Mais uma vez o que safou a situação foi a paródia porque o almoço em si foi, como se diz.. ah, mau! Mas disso falarei daqui a pouco.
Recomenda-se pedalar com este pessoal :D e fiquei com uma pedalada do catano para organizar novo passeio com mais altos e baixos!

Mais fotos e relatos no sitio oficial do Clube Mondraker.

Download grátis de filme de BTT

What's Next

What's Next

Já manifestei por estas bandas o meu agrado pela marca Geax. Antes de ontem fui ao seu site consultar o catálogo de pneus e reparo que disponibilizam um filme para download em versão HD e tudo. Pelo que vi tem muito dirt mas também é uma marca muito utilizada nessa vertente. What’s Next é o nome deste filme de 600 e poucos megas (em versão HD). Definitivamente um fabricante de pneus de BTT a não perder de vista.

Assalto ao Caramulo 2009, a vitória!

Mais uma voltinha de btt, mais uma molha!! Depois de uma noite atarefada em que o sono tardava em aparecer por causa da excitação do dia seguinte o despertador parece que tocou um pouco mais cedo do que era suposto. Mas não, eram mesmo horas de vestir a farda e ir direito ao quartel de Vila Nova de Monsarros para o Assalto ao Caramulo de 2009.
A maior parte dos soldados já estava nos seus lugares e as bicicletas prontas para o arranque. O ataque começou com um breve briefing do comandante Faísca seguido de uma descida até ao café. O dia começava chuvoso. Mesmo assim, por serem sete da manhã, tinha esperança que com o raiar do sol a chuva se fosse. A verdade é que o sol nem se viu durante todo o dia.
As tropas seguiram animadas, confiantes e a bom ritmo ao encontro no inimigo. Dentro de pouco tempo começava a primeira subida. Primeira e única: 30kms a subir. À medida que progredia no terreno sentia que a minha preparação contra o frio estava a ser eficiente. Até começar a passar pelas poças de água e a chuva repassar o impermeável do lidl que me emprestaram que de impermeável nada tem! Começaram as primeiras dificuldades técnicas: selins desapertados e correntes partidas. Também sofri deste mal de correntes partidas. Felizmente foi o elo de ligação que saltou e consegui encontrar as peças para voltar a ligar a corrente. A partir daqui não tive mais problemas com a corrente. Algum lixo que estava acumulado no elo. Não valia a pena pôr óleo nas correntes. A lama e chuva rapidamente o eliminam. Era o inimigo a vir ao nosso encontro. Uma coisa é certa. A animação continuava, não seria assim que seriamos derrotados. Interessante? Continuar a ler Assalto ao Caramulo 2009, a vitória!

Assalto ao Caramulo

Vista do tasco de Malhapão de Cima, sem neve

Vista do tasco de Malhapão de Cima, sem neve

Amanhã é dia de batalha!!
O objectivo: subir ao Caramulinho de bicicleta. Já o fiz mas esta iniciativa tem contornos diferentes.
O meu objectivo: pedalar com neve! :D
O plano: vários grupos de BTT juntam as suas tropas no sopé do Caramulo e a partir de vários pontos sobem até se encontrar no topo.
O inimigo está armado com: chuva, neve, frio, subidas, manadas de gado e outras surpresas.

O meu armamento:

  • Calças… esqueçam lá os calções, talvez até com collants por baixo.
  • Camisola de base transpirável + casaco windstopper + capa chuva .. espero que chegue senão vai também um polar!
  • Meias finas + qualquer coisa impermeável + meias grossas (dica retirada do forumBTT) ou ir comprar umas meias de inverno a sério tipo as Assos
  • Luvas windstopper … as minhas Gore não são muito impermeáveis e são finas, a ver se não me corre mal. De qualquer forma levar luvas secas na mochila nem que sejam de verão ou umas de uso normal.
  • Protecção para as orelhas… ainda não tenho esta parte.
  • Comida e água!!
  • Roupa de substituição na mochila: meias!!
  • Dinheiro para o reforço no tasco de Malhapão de Cima :)
  • Amanhã às 7 da manhã arranco com as tropas de Vila Nova de Monsarros. Não vai doer nada.

BTT Vouzela Novembro, uma molha e um empeno

Vouzela tem-me servido como tratamento de choque. Quando montei a minha actual bicicleta de btt e me reiniciei neste desporto, qual foi a primeira coisa que fiz? Ir a Vouzela. Não fazia ideia de como era aquilo, apanhei um grande empeno. Mas estava calor e a coisa fez-se apesar de não pedalar a sério à quatro anos. Isto em 2007. O Verão de 2009 também não foi verão de grandes pedaladas e isso nota-se perfeitamente na minha forma arredondada. Para exorcizar estes hábitos pouco saudáveis (afinal a bicicleta é cara, não é para estar parada), toca de ir a Vouzela.
A pequena viagem para lá não foi muito animadora. Chuva forte e granizo na estrada não davam muita vontade de pedalar. Mas quando passaram carros por mim com as bicicletas em cima pensei “afinal não sou o único tolo” e não dei meia volta à carroça. Mesmo assim, já estacionado perto das piscinas, estive vai e não vai e só me decidi a pedalar à ultima da hora. Até me esqueci de dar o nome.
A primeira parte do percurso fez-me pela antiga linha de comboio de Vouzela até S. Miguel do Mato. Este caminho já eu conheço bem das travessias do Vale do Vouga. Depois da igreja velha de S. Miguel do Mato (já por lá andei a explorar e é um monumento interessante assim como o cemitério, mas a cair) o caminho seguiu pela direita, pelo mato. Uma das coisas em que reparei foram vários marcos de pedra, talvez alminhas, tenho que lá voltar para investigar melhor. Apareceu alguma pedra escorregadia e o pneu GEAX Saguaro que levei, pneu de 12€ se não me engano, não se portou nada mal nem aqui nem noutra ocasião. A frente foi comandada por um imponente Kenda Navegal 2.35… um exagero talvez.
Por esta altura já os pés, mãos e braços se queixavam da chuva e do frio. Mas era preciso continuar e as pequenas amostras de sol faziam acreditar que até ia correr bem, pelo menos até ficar cinzento e chuvoso novamente. Já me esquecia do reforço, um bolo, uma maça e uma barra. Relembro que este evento é grátis e é tudo feito com boa vontade. Além disso oferecem simpatia aos molhos.
O percurso lá seguiu por entre várias aldeias de que não sei o nome, por entre umas subidas e descidas, enganei-me, tive que fazer umas subidas a mais, as pastilhas dos travões, pelo menos a traseira não é para este tempo e outras coisas mas lá se ia avançando. Ah, e atravessar uma ribeira bem funda (vá, um metro) com sapatos de encaixe a tentar não cair das pedras e água bem gelada? Este pessoal de Vouzela é que curte!
Isto tudo foi esquecido em alguns minutos quando me apercebi que estava num single track fabuloso, digno de um filme de btt. Não que fosse demasiado técnico mas a beleza do inverno, as curvas, os sobe e desce… excelente! Isto penso que foi antes de Fataunços, acabava numa pequena ponte de pedra, tenho que pedir a localização GPS desta maravilha.
Foi mesmo depois deste track, na zona de Fataunços que desisti debaixo de chuva. O frio era demasiado (ainda se fosse só frio e estivesse seco) e a minha opção com mais dois colegas do pedal foi seguir por alcatrão até Vouzela. Não demorou muito até estar debaixo do chuveiro de água quente a tentar reanimar os pés e a arrancar areia do cabelo.
Este tipo de tempo e de percurso não é muito saudável para a bicicleta mas faz tudo parte do BTT. Com certeza o almoço convívio animou a malta mas, apesar de depois me arrepender, não fui. O pessoal de Vouzela sabe bem receber e quem corre por gosto não cansa!
Até à próxima!

BTT Vouzela, encontro de Novembro

A rapaziada dos lados de Vouzela organizou já para o próximo fim de semana, dia 29 de Novembro, mais um encontro de btt daqueles mesmo mesmo bons e à borla! Já por aqui falei da qualidade de acolhimento e trilhos que aquela malta proporciona. Decorre em simultâneo um passeio pedestre para acompanhantes.

BTT Vouzela Novembro
Interessante? Continuar a ler BTT Vouzela, encontro de Novembro

BTT Challenge Series 4ª Etapa

Tomada dos Fortes

Tomada dos Fortes

Parece que se aproxima a passos largos a 4ª etapa do BTT Challenge Series, desta vez para os lados da Póvoa de Santa Iria no dia 14 de Novembro: Tomada dos Fortes. Interessante? Continuar a ler BTT Challenge Series 4ª Etapa

Challenge Series 2ªEtapa Travessia do Vale do Vouga

Pé de BTT

Os nervos acompanharam a chegada do dia deste evento. Não sei bem porquê mas não me senti totalmente confiante. Afinal seriam mais de 200kms em cima de uma bicicleta de BTT e penso que é de assustar qualquer um.
Toca o despertador às 6:30 da manhã. Tinha dormido mal, muitas voltas na cama, uns olhos inchados, um acordar nada animador. Um pequeno almoço de Nestum com pedaços de banana serviu de base ao longo dia que ai vinha.
Pouco antes das 7 da manhã começei a dar as primeiras pedaladas. Caia uma chuva miúda tipo chuva molha parvos. Neste caso o parvo era eu! Encontrei-me com o Afono, homem das ultras, e fomos apanhar outro colega a Angeja. Daqui a Albergaria foi um tiro, sempre acompanhados da chuvinha que acabou por molhar mesmo!
Depois de um café foi só levantar o dorsal, sempre muito bem conseguido esteticamente, cumprimentar pessoal conhecido, escutar meia dúzia de palavras da organização e siga para a linha que o comboio já está atrasado. Depressa se chega a Sernada do Vouga e dai à ecopista (desperdício de dinheiro) são uns minutos de alcatrão. Por esta altura ainda fazia tudo parte do mesmo comboio, mais coisa menos coisa. À medida que os kms passam vão formando grupos com andamentos diferentes, como é normal e as aventuras de uns acabam por ser diferentes das aventuras de outros. O meu grupo acabou formado por pyrata, illuminatos, salgado52 e afonso (nicks do fórumbtt). Infelizmente o afonso acabou por regressar mais cedo, em Real das Donas. Outros foram pedalando connosco e é esse um dos pontos mais importantes destas aventuras.
Como não é a primeira vez que faço este caminho, é interessante observar as mudanças na paisagem, na própria linha, nas casas que a rodeiam e nas estações. Poucas são as recuperadas e muitas são as vandalizadas. Existe uma estação curiosa, aproveitada pela população como bem entende, com muita roupa a secar.
Perto de Viseu o GPS manda-nos para a direita. Mas que raio… bem, todos estavam a ir por lá, vamos também. Foi um sobe e desce que naquela altura pareceu-nos complicado, o desgaste já era grande e a hora tardia. Chegamos a Viseu pelas 14h se não me engano. Apesar dos meus companheiros terem abastecimentos na mochila, eu não queria passar sem um almoço decente e assim fomos todos para um restaurante, que se revelou uma boa escolha. De facto, vinha-se a verificar que seria o destino de muitos. Depois dos chocos grelhados e do gelado era já hora de tomar o caminho de regresso.
Optamos pelo alcatrão como forma de retomar a linha. Apesar do percurso de volta ser bastante descendente, as horas em cima da bicicleta fizeram-se sentir o que levou a mais e demoradas paragens. Primeiro em Vouzela onde encontramos o Hernani dos Cagaréus e depois em Paradela, onde tive um furo e onde também me abasteci de nectarinas e pão! Fruta com pão é uma mistura deliciosa! Menos positivo foram os encontros com veículos motorizados, nomeadamente pessoal do motocross que nos ia passando a ferro. Porque é que a partir do momento em que alguém tem um motor nas mão passa a ser burro? Estou a generalizar, já encontrei grupos de motocross muito cuidadosos.
Bem, lá se chegou a Sernada do Vouga. Uns foram para Albergaria, eu e o pyrata seguimos o rio Vouga. Mais um furo! Comecei a ficar chateado e a vontade de chegar a casa era tanta que fui buscar o resto das forças para pedalar bem pelos campos de milho fora! O pyrata é que já ia mais em baixo. Não faz mal, durante o dia andou quase sempre à minha frente!
Resumindo, 208kms, 10h40m em cima da bicicleta. Mais uma vez o selim Selle Italia Yutaak Gel Flow revelou-se uma aposta vencedora para este tipo de travessia. Fiquei contente por ter superado este desafio principalmente porque não confiava na minha perna direita. Venha o próximo.

Amigos das Pasteleiras

Ofertas

Translator

Portuguese flagItalian flagEnglish flagGerman flagFrench flagSpanish flagDutch flagNorwegian flag                                  
By N2H