Mar 31, 2009
Scott Scale 30 bicicleta de carbono
Um colega deixou-me em casa uma Scale 30 para lhe dar um jeito e pôs-me à vontade para andar nela. Bom colega, diriam alguns! Assim sendo fui dar uma volta de diagnóstico. A Scott Scale 30 é uma bicicleta feita em fibra de carbono, super leve vocacionada para Cross Country. De qualquer forma os percursos de BTT em Aveiro são bastante planos, a bicicleta joga em casa!
Habituado à minha bicicleta com 150mm de suspensão traseira e 160mm frontal os primeiros metros não poderiam deixar de ser estranhos mas nota-se logo que não existem vibrações estranhas a percorrer o corpo da bicicleta. Não sei porquê mas não gostei nada da suspensão FOX F100 RL. Pareceu-me uma forqueta rÃgida bastante cara mas como pode ser de estar habituado a suspensões com SAG generoso e eu ser mais leve que o meu colega não me vou pronunciar muito sobre isso. Até me parece que a suspensão precisa é de uma boa revisão.
Para começar bem gravei logo os dentes da cremalheira na perna por causa de uma pequena pedra.
A pedalada numa bicicleta rÃgida é realmente outra coisa mas o desconforto ao mais pequeno buraco enerva um bocado. A minha ideia inicial seria fazer o mesmo percurso que faço com a FS e comparar os tempos mas as coisas não correram como planeei. Para começar uma posição de condução diferente exercita os músculos de forma diferente e não demorou muito até sentir as pernas presas.
No entanto assim que cheguei ao alcatrão a coisa mudou de figura. Atingir valores acima dos 40kms/h é num piscar de olhos enquanto que na FS atingir os 30 já é uma sorte. Mas foi quando apareceram as subidas que a bicicleta mais se revelou e é realmente uma satisfação sentir cada pedalada a ser transmitida para o terreno.
Pelos vistos o meu colega tinha as mudanças mais leves um bocado para o desafinadas ( que já agora foram uma dor de cabeça para afinal, acho que o desviador está empenado… queda? E o facto de ser Shimano também não ajuda), acabei por decidir abandonar os trilhos e percorrer os caminhos que me iriam dar mais gozo: estradões e alcatrão.
Acabei por fazer menos de 40kms e, para minha surpresa, o fundo das costas não me doeu tanto como eu pensaria. Ou a Scott sabe o que faz ou tive sorte.
Ainda deu para incluir uma paragem para a foto mas desculpem a qualidade da mesma:
Por fim um dos pormenores que menos gosto na Scott em geral é a testa do quadro demasiado nua. O head badge no caso da Scott é apenas um desenho pintado. Pode não ter importância nenhuma mas é uma mania que tenho, gosto de ver a testa da bicicleta bonita. A minha bicicleta também não tem nada de especial na testa, apenas um M, ao menos já não é só pintado directamente no quadro. Mas existem algumas marcas com muito bom gosto como o caso da Singulare da Yeti. Pelo dinheiro que custa caia bem algo mais refinado.
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Sem dúvida, os emblemas são um pormenor muito especial. Veja esta colecção de centenas de emblemas:
http://azuribike.blogspot.com/2008/11/colecemblemas-de-bicicletas.html
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usaralho Resposta:
March 31st, 2009 Ã s 7:57 pm
Sim, dão outro aspecto às bicicletas. Não conhecia esse coleccionador, excelente!
Afinal já conhecia o site do homem mas ainda não tinha explorado muito!
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