BTT Challenge Series A fuga dos Soldados – Vouzela

BTT Vouzela Challenge

Se existem noticias que nos fazem dar um pulo na cadeira esta é uma delas, no que a BTT diz respeito. Já se sabe o que a malta do BTT Vouzela não brinca em serviço nos seus passeios ao longo do ano. Imaginem agora a dose em 100kms de BTT. Advinha-se já um dos melhores dias de BTT do ano de 2010, dia 30 de Janeiro de 2010. Mais uma vez, o nome desta aventura assenta na história de Portugal e num dos monumentos daquela região, a torre da Alcofra. Seguir o tópico do BTT Challenge Series A fuga dos Soldados no fórum BTT para todas as informações e reacções. Só espero estar em forma para participar nesta grande aventura, sei que será muito muito exigente fisicamente.

Restaurante Bifinhos em Vagos

Tive o desprazer de visitar este espaço. Tudo começou bem, um espaço agradável em jeito de anexo mas bem aprumado, com uma simulação de lareira, um corredor onde pude deixar a minha bicicleta de BTT sem ninguém reclamar, um simpatia no ar. Nada de negativo.
Mal abri o menu as coisas começaram a dar para o torto. Reparei que os preços são um bocadinho exagerados para aquele género de local. Quando questionei sobre o tempo que levaria a fazer um prato de salmão, se não me engano, responderam bastante dando a ideia que deveria escolher outra coisa. Assim foi. Veio uma sopa e um Hamburger.
A sopa estava realmente boa. O hamburger estava com um aspecto interessante, enorme e bem arranjado. O problema foi começar a comer. Senti algo na boca e só depois de pensar um momento me apercebi que estava a comer o plástico que acondiciona os hamburgers. Simplesmente genial. Chamei a empregada que me respondeu “eu aviso o cozinheiro, quer que leve o prato?”. Ora, pois até queria mas convinha trazerem-me comida. Como não me foi dada tal hipótese optei por retirar o plástico e acabar de comer. O que não mata engorda.
Esta situação pode acontecer em casa. Errar é normal. A maneira como encaramos os erros e os resolvermos é que marca a diferença e a posição no mercado. Digo eu a falar de cor que não tenho nenhum estabelecimento comercial. Neste caso a atitude acima de todas as outras seria trazer novo prato e o cliente não pagar. Como disse, seria a atitude mais nobre mas duvido que muitos lugares o façam. Assim sendo um levantar o prato imediatamente e trazer um novo sem sequer perguntar se queria ou não era o mais desejado. Tal não aconteceu e portanto este tasco com ar de restaurante (vou a tascos onde se come melhor) está riscado da minha lista e deixo aqui o aviso em forma de relato.
Aproveitou-se a sopa e o Lipton Ice Tea, já que cada vez são mais os lugares a servir aquela mistela nojenta de açucares chamada Nestea em substuitição da marca Lipton.
No fim, mais uma surpresa: por uma sopa, um hamburger com plástico, uma bebida e um café uns belos nove euros.
Definitivamente Bifinhos em Vagos, um tasco não aconselhável.

Matei o meu carro!

Já à algum tempo que tinha um monte de sucata à frente de casa. Era o meu automóvel que resolveu meter-se em avarias de resolução bastante cara, o que levou ao seu fim inevitável: o abate.
Desde que o meu automóvel parou tenho andado mais de bicicleta, a pé e de transportes públicos. Mesmo assim sei que ainda poderia fazer mais. Não pensei ainda em comprar outro automóvel mas, infelizmente para mim quer por motivos profissionais quer por motivos pessoais, vou ter que o fazer. Agora o que me chateia é o incentivo oferecido na compra de carro novo. Não deveria haver também igual incentivo à utilização da bicicleta e de transportes públicos? Por exemplo, no meu caso: não tenho hipóteses de comprar carro novo, ou melhor, tenho consciência que não é uma boa decisão financeira apesar da maior parte do povo comprar carros novos mesmo sem poder. Não poderia então escolher usufruir desse incentivo ao abate de veículos em fim de vida sobre a forma de bilhetes, descontos em bicicletas e material para bicicleta? Penso que seria justo.

PR2 Cabreia e Minas do Braçal – Percursos Pedestres de Sever do Vouga

Os percursos pedestres que acompanham cursos de água são de se fazer quando chove, logicamente. O PR2 Cabreia e Minas do Braçal é um percurso que só faz sentido se o rio Bom ou rio Mau, conforme a zona onde nos encontramos se encontrar cheio de força para dar mais encanto às cascatas que vamos encontrar.
É num desses pontos, a cascata da Cabreia que começa o percurso pedestre, em Silva Escura. Este percurso é divido em três mas só vamos falar do maior, PR2.3 com cerca de 10kms de extensão e aquele que passa pelas minas da Malhada e do Braçal. Sobre as minas o panfleto informativo, diz o seguinte:

O percurso sinalizado tem o seu inicio aqui na Cascata da Cabreia e desenvolve-se pela zona envolvente proporcionando três alternativas com diferentes extensões sendo a maior delas, aquela que permite a passagem
dentro do perímetro do Complexo Mineiro da Malhada e Braçal.

Nestas minas era explorada a Galena ou Minériode Chumbo.

O Braçal, a Malhada e o Coval da Mó constituiram um dos mais importantes centros mineiros do norte do pais.

A descoberta nestas minas de vestígios antigos leva à conclusão de que as mesmas já existiam, provavelmente do tempo dos Romanos. De 6 de Agosto de 1836 data a emissão do decreto concedendo campo da antiga mina do Braçal a José Bernardo Michelis. Em 1840 a concessão passou para o alemão Diéderich Mathias Fewerheerd que a explorou durante dez anos.

Em 1850 foi descoberta a mina da Malhada que dista da do Braçal cerca de 800 metros cujo poço principal o “Poço Mestre” tinha cerca de 400 metros de profundidade.

Iniciou-se uma nova fase em 1882 com a criação da Companhia Mineira e Metalurgica do Braçal, formando-se em 1898 uma Companhia Belga que se propôs revitalizar as minas e modernizá-las.

Todo o complexo mineiro é banhado pelo rio Mau que passa neste local, formando esta linda cascata da Cabreia e que na zona mineira se encontra
escondido, quase sempre canalizado em túneis.

Nos anos de 1862 e 1863 houve grandes manifestações populares contra as minas, porque se alegava que os fumos dos fornos prejudicavam as
culturas.

Já no século XX e durante vários anos a empresa mineira foi administrada pelo Sr. Engenheiro Gregório Pinto Rola.

Após alguns anos de paragem, a exploração mineira foi reactivada em 1942, terminando definitivamente em 1958, sendo administrador até então o Sr. Engenheiro João Oliveira Vidal.

De 1949 a 1955 chegaram a trabalhar neste complexo mineiro 742 operários, fazendo desta empresa uma das maiores do Distrito de Aveiro.

O encerramento das minas provocou um grave problema social que levou ao êxodo completo para a emigração em França eAlemanha.

cascata da cabreia

Cabreia

Ora vamos lá então ao caminho. A cascata da Cabreia em si é um lugar daqueles onde as pessoas vão de salto alto sem realmente se interessar pela natureza ou pelos percursos. É uma cascata com alguns moinhos, vestígios de rituais de bruxaria, um parque de merendas agradável. É portanto, um lugar agradável para se estar se ignorarmos os tais saltos altos. Exactamente por ter escolhido esta altura do ano a cascata estava com uma força considerável projectando uma neblina contra as paredes do vale tornando-o verdejante.
Também é um paraíso para os filtros de densidade neutra e velocidades baixas, fotograficamente falando.
O percurso deixa o parque e sobe a estrada em pedra até à estrada florestal que nos leva para o vale, seguindo o curso do rio. Encontramos uma ponte e o PR2.1 segue para a esquerda, percurso que não fiz. Sempre em frente e não tarda muito encontramos as minas da Malhada. São apenas alguns de edifícios antigos que quase passam despercebidos não fosse a arquitectura engraçada de um dos primeiros que encontramos à borda da estrada. Depois de explorado o edifício toca a andar. No meio das ervas, quase que por acaso se vê uma pequena entrada. Esta entrada é afinal um túnel pequeno que vai dar a um poço da mina. Isto é perigoso. A curiosidade muitas vezes ultrapassa a razão e não é assim tão raro acontecerem acidentes nestes cenários. Tive que me chatear com a minha companhia, que gosta muito de se empoleirar.
O PR2.2 separa-se por esta altura e o PR2.3 segue o rio por entre um bosque agradável, com um ou outro sinal de abuso por parte dos jipes, até às minas do Braçal.

chão de casa nas minas do braçal

Chão de Casa

Nas ruínas das minas do Braçal é deixar a imaginação funcionar. As casas dos operários estão abertas. Não tem nada a não ser papeis no chão. Mais uma vez, o melhor é ficar no trilho pois o estado de conservação destas casas, infelizmente, pode não aguentar com o nosso peso. Muitas têm vários pisos e uma queda a atravessar estes pisos não deve ser agradável. Esta zona poderia ser transformada num excelente complexo turístico, assim houvesse vontade e dinheiro. Mesmo assim serve para o paintball e para fotógrafos com jeito, suponho!
Um corredor de vegetação leva-nos deste complexo habitacional às minas propriamente ditas. As paredes dos velhos edifícios envoltas pela vegetação criam uma atmosfera um pouco mágica, um pouco Senhor dos Anéis, um pouco perigosa mais uma vez! É que o rio é conduzido por subterrâneos. Ouvir, ouve-se, ver é que nem por isso. Caminhamos literalmente em cima do rio e existe um ponto onde uma das paredes do túnel ruiu.
Saímos das minas e temos uma subida francamente cansativa. Não pela distância ou desnível, sim pela quantidade de eucalipto, esse cancro das nossas florestas. Encontra-se um túnel que só mais tarde me apercebi que tem ligação à fundição, já um pouco afastada das minas.
Já no topo da subida tomamos um antigo caminho, este com bastante piada até para fazer de bicicleta, em direcção ao Fojo. Existem alguns cruzamentos um pouco mal sinalizados e só vendo os sinais em sentido contrário nos apercebemos do caminho correcto. Já mesmo no fim, na descida para a cascata da Cabreia, a confusão aumentou. O sinal lá estava num poste mas um pouco mais à frente uma placa indicava “Propriedade privada” e sinais nenhum! Desci pela encosta da cascata mas se o caminho é realmente por ali é melhor ter cuidado, não vá o diabo tece-las e acabarmos por descer aquilo aos trambolhões!

Localização do PR2 Cabreia e Minas do Braçal
Panfletos do PR2 Cabreia e Minas do Braçal parte 1 e parte 2.

Mulheres ao volante, perigo constante!

Mulher ao volante com cigarro e cão

Mulher ao volante

Ontem vi uma mulher conduzir o automóvel com o cão no volante e a falar ao telemóvel (a mulher, não o cão).
Impressionante no mínimo. Mas nada contra as mulheres, existem homens a fazer parecido e pior.

A moda dos antioxidantes

Amoras selvagens melhor aspecto que uma embalagem de sumo, não?

Amoras selvagens melhor aspecto que uma embalagem de sumo, não?

Enerva-me um bocado. Não é só a moda dos antioxidantes mas todos os produtos com propriedades xpto que previnem isto e aquilo. Aquele das amoras é o melhor. Não sei de cor qual é a bebida que têm isto das amoras mas acho-lhe uma graça. Quase que aposto que a maior parte das pessoas que consome estes produtos não comeria amoras selvagens se lhas dessem. Talvez porque as amoras selvagens são, imaginem só, de graça e tudo o que não se paga bem não pode ser bom, isto na cabecinha enfezada de certas pessoas! É toda uma máquina de fazer dinheiro em redor de produtos que podemos ter sem pagar um tostão por eles. Estão lá na natureza, é só ir colher!
Que tal levantar o rabo do sofá e ir para o mato apanhar umas amoras? No tempo delas, claro está. Este verão passei uns dias no Caramulo e todos os dias tinha que apanhar amoras para juntar aos cereais do pequeno almoço. Delicioso e com amoras verdadeiras!

Comida de campo na cidade

Tive a sorte de crescer numa aldeia. Comer alimentos saudáveis que realmente sabem ao que supostamente devem saber. Quando comecei a viver na cidade tentei não modificar muito os meus hábitos alimentares. Para isso muito contribui o facto de trazer alimentos da aldeia. Nem todos têm esta hipótese mas existem maneiras de comer bem sem esvaziar a carteira.
Não sei porque é que as pessoas insistem em comprar frutas e vegetais nos supermercados. De fresco não tem nada por muito que as campanhas publicitárias digam o contrário. Aliás, todas as campanhas publicitárias relativas a frutas e vegetais frescos no supermercado deveriam ser imediatamente suspensas. Quantas vezes olho para as bancadas das grandes superfícies e penso “na minha terra isto dá-se aos porcos”. As alfaces sabem a tomate, o tomate sabe a alface, as maçãs são vermelhas e brilhantes mas não sabem a porra nenhuma, enfim, comida de plástico para gente chique.
Ora quando não passo algum tempo sem me abastecer na aldeia vou procurar produtos verdadeiros. Nada melhor que os pequenos mercados tradicionais. Ai sim, os cheiros das frutas colhidas pelas mãos de quem as está a vender fazem-nos sorrir e começar logo a imaginar o sabor. É um prazer sem comparação escolher uns quilos de tangerinas ainda com algumas folhas, maçãs amarelas e não verdes, pêras que se podem comer na hora e não apanhadas duas semanas antes. Alfaces com pé fresco e não aquela cor amarelo podre que as alfaces de supermercado tem. A lista é enorme. O curioso é que estes produtos são mais baratos que os seus primos afastados do supermercado. Por exemplo, hoje comprei 5kg e pouco de uma mistura de tangerinas, maçãs e pêras o que deu um resultado de menos de 3€.
Depois fui ao peixe. Por acaso fui ao Jumbo. Ao ler as etiquetas reparei que todo o peixe de aquacultura tinha como origem Espanha. Bem, dei meia volta e fui uma vez mais ao mercado. Neste caso é mais caro mas a cor, saber e satisfação de ajudar a economia local compensam e bem!
Portugal tem produtos de qualidade superior, é um país de cores, aromas e sabores que estão ofuscados pelos produtos inferiores, quer importados, quer produzidos em agricultura intensiva.
É uma vergonha que os nossos agricultores vivam as dificuldades que vivem. Está na mão de cada um de nós fazer um esforço para não só ajudar a economia local mas também viver melhor, com mais sabor! O que me falta mesmo é um atrelado para a bicicleta :P

Passeio Clube Mondraker Vagos

Comestíveis?

Comestíveis?

Quase que me esquecia de colocar umas palavritas sobre este passeio de btt quase exclusivo de bicicletas Mondraker. Quase, porque os amigos também entram. No dia 5 deste mês lá me encontrei com o pessoal do norte do clube e mais alguns cá de baixo. O passeio em si não tem nada de especial no que diz respeito a terreno, afinal a zona é plana, mas não deixa de ser bonito! Agora o convívio e risadas é que foram do melhor! Como não choveu e o pessoal parece que gosta é de se molhar a parte final serviu para brincar nas poças de água! À falta de sitio para trocar de roupa a rua serviu, a zona é calma, não há problema em andar nu na rua :P . Os anfitriões também estiveram ao mais alto nível oferecendo até ovos moles para a malta.
No fim almoçou-se num restaurante de Vagos. Mais uma vez o que safou a situação foi a paródia porque o almoço em si foi, como se diz.. ah, mau! Mas disso falarei daqui a pouco.
Recomenda-se pedalar com este pessoal :D e fiquei com uma pedalada do catano para organizar novo passeio com mais altos e baixos!

Mais fotos e relatos no sitio oficial do Clube Mondraker.

Bicicleta antiga pasteleira Raleigh tipo Roadster

Às vezes acho que não deveria adquirir mais bicicletas até acabar de reparar e recuperar as que tenho. Mas depois surgem os bons negócios, as bicicletas lindas que saltam ao olho e nos fazem babar. Foi o que aconteceu com esta bicicleta Raleigh roda 28. A minha primeira bicicleta pasteleira verdadeiramente interessante!
Digo Raleigh sem saber muito bem se estou certo. Em principio é mas a falta do head badge e a falta de furação na testa do quadro para colocar o mesmo faz-me alguma confusão. Disse-me o dono que lhe tinham dito em tempo que é uma bicicleta antiga de 1932. Sem maneira de o confirmar olhei para ele e encolhi os ombros. Certamente recente não é mas confirmar o ano correcto isso já é outra história. O cubo de mudanças Sturmey Archer K5 coloca-a realmente nos anos 30, que para mim já é uma alegria. Já o numero de série Y6138 não corresponde com qualquer numeração Raleigh que tenha encontrado na web, a menos que as não saiba interpretar. Tanto a forqueta, pedaleira e suporte farol são Raleigh. Os pedais tem uma inscrição dificil de decifrar mas estou em crer que são originais. A campainha é uma Lucas THE CHALLIS mas está também toda amassada do uso. Só por causa de uma inscrição no manipulo se lá chegou. O selim já não é original pois é um Socal, feito em Águeda. Guarda corrente não trazia mas poderia ser assim de origem. No grupo eléctrico falta o dínamo e também não faço ideia da marca do farol e farolim. Também é estranho que nenhum dos componentes tenha gravado o emblema Raleigh ou outro qualquer. Ao que eu acho verdadeiramente muita graça nesta bicicleta é o selector de mudanças Sturmey Archer tipo quadrante. Foi isso que me saltou à vista e dá-lhe um ar sábio! Hoje fui dar uma volta de 4 ou 5 kms com ela. Mesmo a precisar de mimos ainda funciona. É realmente alta, pedalamos sentados sem a mínima curvatura nas costas e é difícil fazer curvas apertadas. Depois de nos habituarmos dá vontade de passear o dia todo! É uma verdadeira bicicleta Roadster, categoria onde se insere. Eram bicicletas feitas para durar sem pensar no peso, por exemplo, para trabalhar no campo. Sim, é muito, muito pesada e para a carregar para o apartamento como eu faço não é fácil.
Esta bicicleta antiga não vai ser restaurada esteticamente. É impossível reproduzir aquela cor e textura. A bicicleta vai ser limpa e revista mecanicamente, só isso. Para quem tem uma decoração em casa com vários elementos antigos esta bicicleta não fica mal, é extremamente elegante. Esta passa a ser também a minha bicicleta mais antiga.
Seja como for lá que é uma bicicleta imponente lá isso é. Quase que não chego aos pedais!

Download grátis de filme de BTT

What's Next

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Já manifestei por estas bandas o meu agrado pela marca Geax. Antes de ontem fui ao seu site consultar o catálogo de pneus e reparo que disponibilizam um filme para download em versão HD e tudo. Pelo que vi tem muito dirt mas também é uma marca muito utilizada nessa vertente. What’s Next é o nome deste filme de 600 e poucos megas (em versão HD). Definitivamente um fabricante de pneus de BTT a não perder de vista.

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