Indo eu indo eu a caminho de Viseu!

Lançado o desafio no forumbtt da travessia Sernada do Vouga – Viseu pela antiga linha de comboio, mais conheçido por Vouguinha, não demorei muito tempo a decidir-me a embarcar na aventura.  Um ou outro treino e chegou-se o dia da partida, dia 12. Uns fizeram Sernada-Viseu-Sernada no dia 12, outros iam fazer Sernada Viseu e eu estava no grupo Sernada-Viseu-Sernada em dois dias. Melhor, decidi-me a sair de Aveiro e portanto a travessia para mim foi Aveiro-Viseu-Aveiro.
Concentração de todo o pessoal em Sernada pelas 9:00 da manhã (o de um dia só já tinha partido), cumprimentos, um café, uma troca de palavras, descobrir quem é quem no forumbtt e siga. De assinalar que alguns elementos vierem de Viseu para fazer o caminho de volta.
O fim de semana que se seguiu foi excelente! O caminho revelou-se mais fácil do que eu tinha pensado, ainda bem, não tenho bicicleta muito adequada a estas aventuras. O espírito de grupo esteve sempre presente, nunca ninguém se afastando mais do que algumas dezenas de metros. O caminho esse é lindíssimo! Pena é algumas antigas estações degradadas!
A noite em Viseu correu muito bem, um restaurante certeiro para o ambiente que levávamos, uma temperatura agradável. A pousada podia ser melhor mas serviu para descansar um pouco, não dormi lá muito bem.
O pior foi acordar e pedalar no dia seguinte…. os copos da noite fizeram-se sentir e foram precisas algumas horas de pedalada para eu conseguir acordar. O caminho de volta é bastante acessível e dá para esgalhar um bocado por ai abaixo! É preciso algum cuidado para não apanhar com a vegetação na tromba e não enfiar a roda na areia ou pedras!
Chegado a Sernada, foi altura de despedidas. Decidi seguir o rio Vouga até Cacia o que me valeu alguns kms extra.
No final de contas o conta voltinhas marcou 226.38kms de btt com um sorriso na cara!! A repetir.

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Aveiro Downtown by night de 9 de Julho!

O titulo pode parecer estranho, Aveiro é plana! À falta de melhor tentamos destruir suspensões nas escadarias da cidade. Depois disso a Barra foi o destino com uma paragem pelo meio para umas minis (ora para quem gosta) e uma visita ao Skate Park da Gafanha da Nazaré. A falta de iluminação não permitiu grandes aventuras, estiveram eminentes alguns choques frontais.
Experimentei pela primeira vez as novas ciclovias da Barra, autenticas auto estradas para bicicletas (ainda não lhe analisei os defeitos), e a paragem desta vez foi no “Marito” para mais uns copos.
Para cá toda a gente veio pelo passadiço de madeira junto ao mar… bastante engraçado andar de bicicleta ali de noite desde que se tenha cuidado para não atropelar ninguém.
A ultima paragem foram as escadas em frente ao Hotel Meliá. Alguns desceram uma vez, outros desceram a pé, outros desceram várias vezes. São um pouco assustadoras mas só custa começar a descer. Já me ia esquecendo, o obrigado ao Ganso pelas dicas de quem já domina as descidas!

A nocturna mais louca!!

No passado dia 6 de Julho fui à “A nocturna mais louca” em terras dos Angarna BTT com a presença de alguns nomes conheçidos desta loucura de duas rodas. O objectivo seria subir ao caramulinho, o ponto mais alto da serra do Caramulo e depois… bem, descer. Seria para sair às 3:30 da manhã mas bota roda para aqui, bota luz para ali as bicicletas começaram a comer chão lá para as 4:00 da manhã. O frio fez-se imadiatamente sentir pois começamos por uma descida de alcatrão e eu sou muito friorento apesar de levar casaco de inverno. Mas não foi preciso esperar muito para aquecer e de que maneira. Duas subidas em que foi preciso sair da bicicleta, verdadeiros quebra costas, aqueceram corpo e animos pois não foram do agrado de todos. Só levei uma pequena lanterna no capacete, valeu algumas centrais de iluminação que para lá andavam, felizmente o dia amanhece cedo! Relatar o caminho todo não vale a pena. É pegar na bicicleta e percorrer aquelas paisagens magnificas como o nosso Portugal nos habitua. Mas cuidado, levem câmaras de ar a mais, aquela pedra não perdoa, eu que o diga.
A descida do Caramulinho para Malhapão de Cima é bastante divertida, convém levar um kit de unhas preparado e não bater contra os animais de quatro patas e dois cornos que podem aparecer na curva seguinte. Despois desta seguem-se outras descidas interessantes, talvez até demasiado interessantes mas gostei particularmente desta.
O convivio final esse foi ao mais alto nível… tenho a dizer que me enchi de sobremesas acabando por adormeçer no carro a caminho de casa. Contém comigo para uma próxima aventura!

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Basicamente

Basicamente detesto blogs. Porque raio estou a escrever um? Porque já está feito, porque tenho perguiça de fazer um site pessoal, porque não vou inventar a roda. Isto vai servir para relatar as minhas aventuras e desventuras sobre duas rodas e não só. Vou escrever algumas dessas ocasiões atrasadas, no entanto merecem uma referência aqui. Aproveita a estadia, beijinhos e abraços!

Amigos das Pasteleiras
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